Os alunos assistiram a Lenda do Negrinho o Pastoreio:
A biblioteca da escola Presidente Vargas procura estimular o hábito e o prazer da leitura, através do contato de seus alunos com os livros e da hora do conto, imergindo-os no mundo da leitura, desenvolvendo imaginação e criatividade. Também busca apoiá-los na aprendizagem e na aquisição de várias aptidões, entre elas autonomia, responsabilidade e criticidade.
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domingo, 28 de setembro de 2014
sábado, 22 de setembro de 2012
HORA DO CONTO: GAUCHÃO E A LENDA DA COBRA GRANDE
Durante essa semana as crianças foram a biblioteca e conheceram um pouco sobre o povo gaúcho e suas tradições. Logo ao entrarem na biblioteca foram recebidos pelo sentinela dos pampas:
Depois fizeram um breve passeio entre cartazes e explicações e conheceram um pouco mais sobre a cultura gaúcha...
Ao entrarem na sala da hora do conto foram recepcionados pelo gaúcho e sua prenda e ouviram uma história alusiva a Semana Farroupilha.
A história, Gauchão e a lenda da cobra grande, faz refletir sobre a importância de preservarmos o meio ambiente e respeitarmos o espaço dos animais.
Após as crianças realizaram uma atividade prazerosa onde exercitaram a criatividade vestindo o gaúchinho e a prendinha, todos gostaram muito!!!
A turma A21 caprichou na atividade e sua professora Quézia colocou as produções no corredor da escola para que todos pudessem conferir.
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SEMANA FARROUPILHA
A Semana Farroupilha é um evento festivo da Cultura gaúcha, que se comemora de 14 a 20 de setembro com desfiles em homenagem a líderes da Revolução Farroupilha. O evento lembra o começo da Revolução Farroupilha, mais longa revolução do Brasil, que durou 10 anos e tinha como ideal a fundação de uma república independente do antigo Império Brasileiro.
As comemorações da Revolução Farroupilha - o mais longo e um
dos mais significativos movimentos de revoltas civis brasileiros, envolvendo em
suas lutas os mais diversos segmentos sociais - relembra a Guerra dos Farrapos
contra o Império, de 1835 a 1845. O Marco Inicial ocorreu no amanhecer de 20 de
setembro de 1835. Naquele dia, liderando homens armados, Gomes Jardim e Onofre
Pires entraram em Porto Alegre pela Ponte da Azenha.
A data e o fato ficaram registrados na história dos
sul-ro-grandenses como o início da Revolução Farroupilha. Nesse movimento
revolucionário, que teve duração de cerca de dez anos e mostrava como pano de
fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos, foi proclamada a
República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital.
Acontecendo-se a Revolução Farroupilha, desde o século XVII o Rio Grande do Sul já sediava as disputas entre portugueses e espanhóis. Para as lideranças locais, o término dessas disputas mereciam, do governo central, o incentivo ao crescimento econômico do Sul, como ressarcimemto às gerações de famílias que lutaram e defenderam o país. Além de isso não ocorrer, o governo central passou a cobrar pesadas taxas sobre os produtos do RS. Charque, couros e erva-mate, por exemplo, passaram a ter cobrança de altos impostos. O charque gaúcho passou a ter elevadas, enquanto o governo dava incentivos para a importação do Uruguai e Argentina.
Já o sal, insumo básico para a preparação do charque, passou a ter taxa de importação considerada abusiva, agravando o quadro. Esses fatores, somados, geram a revolta da elite sul-riograndense, culminando em 20 de setembro de 1835, com Porto Alegre sendo invadida pelos rebeldes enquanto o presidente da província, Fernando Braga, fugia do Rio Grande.
Acontecendo-se a Revolução Farroupilha, desde o século XVII o Rio Grande do Sul já sediava as disputas entre portugueses e espanhóis. Para as lideranças locais, o término dessas disputas mereciam, do governo central, o incentivo ao crescimento econômico do Sul, como ressarcimemto às gerações de famílias que lutaram e defenderam o país. Além de isso não ocorrer, o governo central passou a cobrar pesadas taxas sobre os produtos do RS. Charque, couros e erva-mate, por exemplo, passaram a ter cobrança de altos impostos. O charque gaúcho passou a ter elevadas, enquanto o governo dava incentivos para a importação do Uruguai e Argentina.
Já o sal, insumo básico para a preparação do charque, passou a ter taxa de importação considerada abusiva, agravando o quadro. Esses fatores, somados, geram a revolta da elite sul-riograndense, culminando em 20 de setembro de 1835, com Porto Alegre sendo invadida pelos rebeldes enquanto o presidente da província, Fernando Braga, fugia do Rio Grande.
Fonte: http://www.semanafarroupilha.com.br/historico.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_Farroupilha
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