Translate

Bilblioteca da escola Presidente Vargas

Mostrando postagens com marcador Índio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Índio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A lenda da erva mate



Conta a lenda da Erva–Mate que um velho guerreiro guarani vivia triste em sua cabana pois já não podia mais sair para as guerras, nem mesmo para caçar e pescar, vivendo só com sua linda filha Yari, que o tratava com muito carinho, conservando-se solteira para melhor dedicar-se ao pai.
Um dia, Yari e seu pai receberam a visita de um viajante que pernoitou na cabana recebendo seus melhores tratos. A jovem cantou para que o visitante adormecesse e tivesse um sono tranqüilo, entoando um canto suave e triste.
Ao amanhecer, o viajante confessando ser enviado de Tupã, quis retribuir-lhes a hospitalidade dizendo que atenderia a qualquer desejo, mesmo o mais remoto. O velho guerreiro, sabendo que sua jovem filha não se casara para não abandoná-lo, pediu que lhe fosse devolvidas as forças, para que Yari se tornasse livre.
O mensageiro de Tupã entregou ao velho um galho de árvore de Caá, ensinando-lhe a preparar uma infusão que lhe devolveria 
todo o vigor. Transformou ainda Yari, em deusa dos ervais e protetora da raça Guarani, sendo chamada de Caá-Yari, a deusa da erva-mate. E assim, a erva foi usada por todos os guerreiros da tribo, tornando-os mais fortes e valentes.
Quando os espanhóis por aqui chegaram, encontraram os índios guaranis dóceis e receptivos, já então utilizando uma bebida que sorviam em cabaças por meio de um canudo, preparada, com folhas de uma árvore nativa da região – chamada cáa – dizendo que esta lhes havia sido dada pelo deus Tupã. De imediato os espanhóis adquiriram este hábito e passaram a tomar a erva-mate, desde os soldados até oficiais, sem distinção de classes sociais.
A erva-mate, tradicional e salutar hábito do Rio Grande do Sul, é um símbolo da hospitalidade do gaúcho, que oferece sempre a qualquer visitante. Atualmente, é bebido em uma cuia onde depositamos um pouco de erva-mate já moída e de onde sorvemos o líquido (água quente sem ferver), através de uma bomba de metal.
O costume de tomar erva-mate está bastante difundido, tanto no meio rural como no urbano e faz parte da vida do gaúcho desde o amanhecer até a noite, quando encerra suas tarefas do dia.


domingo, 1 de julho de 2012

Povos indígenas


Em abril  a biblioteca voltou-se para os contos indígenas e o livro escolhido foi: O menino e o jacaré.
Está é uma lenda kayapó  que narra a história de um indiozinho chamado Nuati, que vive insultando e zombando de um jacaré-açu, que mora em um rio próximo. Um dia o jacaré resolve dar uma lição no menino...
A história é uma adaptação de um mito da tribo Kayapó. É ilustrada por Maté que também é responsável pelo texto.

Após a hora do conto as crianças tiveram a oportunidade de manusear arcos e flechas, colares indígenas, tacapes, chocalhos e diversos materiais do universo indígena, além de discutirem sobre a história e cultura do povo indígena.



Após a história e a manipulação dos objetos foi proposto aos alunos criarem colares indígenas com materiais diversos.