A biblioteca da escola Presidente Vargas procura estimular o hábito e o prazer da leitura, através do contato de seus alunos com os livros e da hora do conto, imergindo-os no mundo da leitura, desenvolvendo imaginação e criatividade. Também busca apoiá-los na aprendizagem e na aquisição de várias aptidões, entre elas autonomia, responsabilidade e criticidade.
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
História da semana: Eca, ele não é um monstro!
domingo, 25 de novembro de 2012
Alteridade...
O que é Alteridade?
É ser capaz de apreender o outro na plenitude da sua dignidade, dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença.
É ser capaz de apreender o outro na plenitude da sua dignidade, dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença.
O sábado 24 de novembro na escola Presidente Vargas foi dedicado a consciência negra. Contou com a participação dos alunos e professores assim como comunidade escolar...
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Dia Nacional da Consciência Negra
Zumbi
Zumbi dos Palmares é um conhecido líder quilombola. Sua história começa em 1655 com seu nascimento em Alagoas, em um dos mocambos de Palmares. O seu nome vem do quimbundo “nzumbi”, e quer dizer “duende” (no Brasil, a tradução também é interpretada como “fantasma”). Com apenas sete anos, em 1662, Zumbi é capturado por soldados e entregue a um padre (Pe. António Melo) que torna-se responsável por sua formação. Batizado na igreja Católica como Francisco, ele ajudava nas missas além de estudar Português e Latim.
No dia 20 de novembro comemora-se o Dia Nacional da Consciência Negra. Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. o dia 20 de novembro foi escolhido porque neste dia, no ano de 1695, morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares. A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade.
O quilombo
Era uma localidade situada na Serra da Barriga, onde escravos se refugiavam. Com o passar dos anos, chegou a atingir uma população de vinte mil habitantes, em razão do aumento das fugas dos escravos. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
Os escravos
Serviam para fazer os trabalhos pesados que o homem branco não realizava, eles não tinham condições dignas de vida, eram maltratados, apanhavam, ficavam amarrados dia e noite em troncos, eram castigados, ficavam sem água e sem comida, suas casas eram as senzalas, onde dormiam no chão de terra batida.
Muitas pessoas eram contra essa forma de tratar os negros e várias tentativas aconteceram ao longo da história para defender seus direitos. Em 1871 a Lei do Ventre Livre libertou os filhos de escravos que ainda iriam nascer; em 1885 a Lei dos Sexagenários deu direito à liberdade aos escravos com mais de sessenta anos.
Mas Princesa Isabel foi a responsável pela libertação dos escravos, quando assinou a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, dando-os direito de ir embora das fazendas em que trabalhavam ou de continuar morando com seus patrões, como empregados e não mais como escravos.
Importância da Data
A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.
Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.
Fontes: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_consciencia_negra.htm
http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-nacional-da-consciencia-negra.htm
http://www.blogdoanderson.com/2012/11/20/conquista-entrega-o-trofeu-zumbi-dos-palmares/?utm_campaign=Twitter-Anderson&utm_medium=twitter&utm_source=twitter
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
A vaca que botou um ovo.
Está é a história de Mimosa, uma vaca que andava triste e deprimida, pois achava não ter nada de especial como as outras vacas da fazenda onde morava... Mas, em uma certa manhã as coisas mudaram para a Mimosa: ela havia botado um OVO!!! Por causa deste fato Mimosa ficou muito famosa, mas também arranchou confusão... Quer saber mais? Vá até a biblioteca que contaremos o resto da história...
A história foi contado com auxílio de figuras:
Após ouvirem a história e conversar a respeito, as crianças fizeram um fantoche da Mimosa e inventaram várias histórias com ele.
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domingo, 26 de agosto de 2012
FOLCLORE
Continuando com o trabalho sobre folclore ....
CURIOSIDADE: Desde aí o Negrinho do Pastoreio ficou sendo o achador das coisas extraviadas. E não cobra muito: basta acender um toquinho de vela ou atirar num cano qualquer naco de fumo.
Ao cair da noite na Amazônia, o boto cor-de-rosa deixa os rios e transforma-se em um lindo e sedutor rapaz, que sai em busca de uma garota para namorar. Além de galante e sedutor, o boto dança como ninguém e enfeitiça as meninas indefesas. De madrugada, o namorador volta para o rio, onde se transforma de novo em boto. Essa é uma lenda contada na floresta amazônica para explicar por que tantas meninas têm filhos sem pai: são todos filhos do boto.
Fonte: http://sinesiorgomes.blogspot.com.br/2010_09_01_archive.html
É uma das lendas mais populares do Brasil,
principalmente na região sul. Diz a lenda que um fazendeiro ordenou que um
menino, seu escravo, fosse pastorear seus cavalos. Após um tempo, o menino
voltou e o fazendeiro percebeu que faltava um cavalo: o baio.
Como castigo o fazendeiro chicoteou o menino até sangrar e mandou que ele fosse procurar o cavalo que faltava. O garoto conseguiu achar baio, porém não conseguiu capturá-lo, então, o fazendeiro o castigou mais ainda, prendendo-o em um formigueiro. No dia seguinte, o fazendeiro se deparou com o menino sem nenhum ferimento, a virgem Maria do seu lado e o cavalo baio. Após o fazendeiro ter pedido perdão, o menino nada respondeu, montou em baio e saiu a galope.
Como castigo o fazendeiro chicoteou o menino até sangrar e mandou que ele fosse procurar o cavalo que faltava. O garoto conseguiu achar baio, porém não conseguiu capturá-lo, então, o fazendeiro o castigou mais ainda, prendendo-o em um formigueiro. No dia seguinte, o fazendeiro se deparou com o menino sem nenhum ferimento, a virgem Maria do seu lado e o cavalo baio. Após o fazendeiro ter pedido perdão, o menino nada respondeu, montou em baio e saiu a galope.
Na versão da lenda escrita por João Simões Lopes Neto,
o protagonista é um menino muito negro e pequeno, escravo de um estancieiro
muito mau; este menino não tinha padrinhos nem nome, sendo conhecido
como Negrinho, e se dizia afilhado da Virgem Maria. Após perder uma
corrida e ser cruelmente punido pelo estancieiro, o Negrinho caiu no sono, e
perdeu o pastoreio. Ele foi castigado de novo, mas depois achou o pastoreio,
mas, caindo no sono, o perdeu pela segunda vez. Desta vez, além da surra, o
estancieiro jogou o menino sobre um formigueiro, para que as formigas o
comessem, e foi embora quando elas cobriram o seu corpo. Três dias depois, o
estancieiro foi até o formigueiro, e viu o Negrinho, em pé, com
a pele lisa, e tirando as últimas formigas do seu corpo; em frente a
ele estava a sua madrinha, a Virgem Maria, indicando que o Negrinho agora
estava no céu. A partir de então, foram vistos vários pastoreios, tocados por
um Neguinho, montado em um cavalo baio.
CURIOSIDADE: Desde aí o Negrinho do Pastoreio ficou sendo o achador das coisas extraviadas. E não cobra muito: basta acender um toquinho de vela ou atirar num cano qualquer naco de fumo.
COBRA HONORATO
Numa tribo da Amazônia, algo inusitado aconteceu uma índia
engravidou de uma cobra grande, uma boiuna, após um banho de rio.
Passados nove meses, a índia deu a luz à duas crianças, na verdade duas cobrinhas.
As duas cobras cresceram livremente pela mata e pelo rio. Viviam sempre juntas. Os índios deram-lhe os nomes de: Cobra Honorato (para o menino) e Maria Caninana (para a menina)
Com o passar do tempo as diferenças entre as duas cobras foram ficando cada vez mais evidentes. Cobra Honorato era mais forte e bom, nunca fazia mal a ninguém, sempre estava pronto para ajudar, salvou muita gente de morrer afogada.
Com freqüência, Cobra Honorato vinha visitar a mãe na aldeia. Saia sempre no meio da noite e sob a luz do luar tirava seu couro de cobra e se transformava em um bonito rapaz. Ainda pela madrugada, antes do último canto do galo, Honorato metia-se novamente dentro do seu couro de cobra e mergulhava de volta no rio, voltando a ser a Cobra Honorato.
Já Maria Caninana era violenta e má. Afundava as embarcações, matava os náufragos, atacava os pescadores, feria os peixes. Jamais procurou a sua mãe.
Para desfazer o encanto sofrido pela Cobra Honorato, alguém de coragem teria que encontrar a cobra grande e colocar leite materno em sua boca. Após isso Honorato se transformaria em homem para sempre.
Muitos com pena de Honorato quiseram tentar desfazer o encanto, mas tinham medo quando o viam transformado em cobra.
Até que um dia um soldado, que fez amizade com Honorato enquanto estava transformado em homem, criou coragem e venceu o encanto. Enquanto a cobra grande dormia ele derramou leite materno em sua boca. Assim o encanto foi quebrado, e Honorato viveu por muitos anos.
Baseado em : Cobra Honorato, Mauricio de Sousa
Passados nove meses, a índia deu a luz à duas crianças, na verdade duas cobrinhas.
As duas cobras cresceram livremente pela mata e pelo rio. Viviam sempre juntas. Os índios deram-lhe os nomes de: Cobra Honorato (para o menino) e Maria Caninana (para a menina)
Com o passar do tempo as diferenças entre as duas cobras foram ficando cada vez mais evidentes. Cobra Honorato era mais forte e bom, nunca fazia mal a ninguém, sempre estava pronto para ajudar, salvou muita gente de morrer afogada.
Com freqüência, Cobra Honorato vinha visitar a mãe na aldeia. Saia sempre no meio da noite e sob a luz do luar tirava seu couro de cobra e se transformava em um bonito rapaz. Ainda pela madrugada, antes do último canto do galo, Honorato metia-se novamente dentro do seu couro de cobra e mergulhava de volta no rio, voltando a ser a Cobra Honorato.
Já Maria Caninana era violenta e má. Afundava as embarcações, matava os náufragos, atacava os pescadores, feria os peixes. Jamais procurou a sua mãe.
Para desfazer o encanto sofrido pela Cobra Honorato, alguém de coragem teria que encontrar a cobra grande e colocar leite materno em sua boca. Após isso Honorato se transformaria em homem para sempre.
Muitos com pena de Honorato quiseram tentar desfazer o encanto, mas tinham medo quando o viam transformado em cobra.
Até que um dia um soldado, que fez amizade com Honorato enquanto estava transformado em homem, criou coragem e venceu o encanto. Enquanto a cobra grande dormia ele derramou leite materno em sua boca. Assim o encanto foi quebrado, e Honorato viveu por muitos anos.
Baseado em : Cobra Honorato, Mauricio de Sousa
O BOTO
Ao cair da noite na Amazônia, o boto cor-de-rosa deixa os rios e transforma-se em um lindo e sedutor rapaz, que sai em busca de uma garota para namorar. Além de galante e sedutor, o boto dança como ninguém e enfeitiça as meninas indefesas. De madrugada, o namorador volta para o rio, onde se transforma de novo em boto. Essa é uma lenda contada na floresta amazônica para explicar por que tantas meninas têm filhos sem pai: são todos filhos do boto.
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
Semana do dia dos pais
Eu e meu papai foi a história escolhida para essa semana.
As professoras trabalharam os diferentes tipos de famílias e o papel do pai.
Como lembrança para as famílias os alunos fizeram um cartão com uma forma bem diferente...
Confira:
O cartão pronto:
As professoras trabalharam os diferentes tipos de famílias e o papel do pai.
Como lembrança para as famílias os alunos fizeram um cartão com uma forma bem diferente...
Confira:
O cartão pronto:
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